Caderno de Uaba

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Hoje fui acordada às 8h da manhã por minha mãe, mas fiquei enrolando na cama até as 9h. Quando finalmente consegui me levantar, liguei o computador e descobri que havia um super trojan instalado nele e a internet não abria. Coloquei para passar o anti-vírus e me atrasei para pegar carona com minha mãe. Mesmo assim, lá fomos nós duas, atrasadas, para a faculdade e, por incrível que pareça, pois fazemos o mesmo caminho todos os dias, nos perdemos! Rodamos bastante até achar um atalho.

Cheguei na faculdade e não tive monitoria, ou seja, fui pro computador do laboratório. Tentei usar o msn, mas o tio que toma conta não deixou e eu tive que catar qualquer coisa pra pesquisar mesmo. Lá pra 1h da tarde, fui almoçar com uma amiga e conversamos bastante. Cheguei na aula umas 2h (1h atrasada) e tentei fazer alguma coisa do projeto, mas não consegui. Fiquei com muita raiva do professor porque ele não responde nenhuma pergunta, nem tira dúvidas. Ele só devolve a pergunta, dizendo “o que você acha?” e todo mundo continua na mesma. Saí da aula (o professor também tinha saído, foi “tomar café na coordenação”, por 1h e ainda não tinha voltado), liguei pra minha mãe e ela disse que ia lanchar comigo na faculdade. Antes mesmo dela chegar, peguei minhas coisas e não dei tchau pra ninguém. Saí da aula correndo, meio fugida, fui para o banheiro e chorei, chorei de cansaço.

Quando minha mãe chegou, lanchamos, conversamos e me deu vontade de chorar novamente, bem ali, no meio da cantina. Segurei o choro com todas as minhas forças até chegarmos em casa. Deitei, derramei algumas lágrimas e fui dormir. Acordei umas 19h e fui tentar conectar meu computador à internet. Não consegui. Às 20h, meu namorado ligou e fomos ao supermercado comprar besteiras e depois tomar sorvete. Conversamos bastante e seriamente sobre esses assuntos que falo aqui no blog, mais outras coisas. Voltei para casa, conectei à internet pelo notebook. Li e-mails, vi blogs, plurkei e continuei a conversa com o namorado pelo msn. Tem coisas que não conseguimos conversar “ao vivo”.

Enfim, esse foi o meu dia. Que acabou comigo indo dormir às 3h da manhã, mais ou menos. Super emocionante e intenso, não?!

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Este é um post super rápido, que pode acabar a qualquer momento, pois estou escrevendo enquanto espero meu namorado chegar para sairmos. Avisado.

Depois que disponibilizei meu caderno em uma página aqui do blog (Eu, Caderno), muita gente da faculdade veio falar comigo, dizendo que adorou meu “site”, que achou as fotos dos posts passados super engraçadas, etc. Muita gente até perguntou como faz um blog! Adorei isso! É bom saber que as pessoas da minha turma gostam do que eu faço, porque faço sem esperar qualquer coisa em troca.

Tudo começou bem por acaso, uma pessoa notou que eu anotava tudo e pediu para olhar meu caderno, outra que estava junto viu e pediu também, e assim foi. Tanta gente pedindo que eu resolvi criar este espaço. Assim, tudo fica mais organizado e qualquer um pode ter acesso ao caderno. E eu fico muito feliz porque uma das coisas que mais gosto na vida é escrever e organizar tudo. Ainda bem que minha mãe e minha avó sempre me incentivaram: compravam os cadernos caros que eu queria e me davam canetinhas, lápis, borrachas, adesivos, etc.

Enfim, gente, este post é bem mais para a galera da faculdade. Sei que muitos não vão ler, ou vão ler e não vão saber como comentar, etc. Mas eu gosto de ouvir mesmo é quando meus colegas falam comigo. Fico feliz e nada mais. Obrigada, gente.

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Finalmente comprei minha tão sonhada conta pro no flickr. Coloquei muitas fotos lá, inclusive da minha viagem à Brasília. Ainda vou colocar muito mais fotos! Quem quiser olhar, fique à vontade, e comente também! Link aqui!

Outra coisa que ando usando bastante é o Tumblr. É mais um miniblog, mas é bem diferente, pois permite postar textos, fotos, quotes, links, chats, audio e video. Cada um de um jeito. E o melhor é que você pode ver um post de outra pessoa que você achou legal e reblogar! Vivo reblogando fotos lindas que as pessoas postam. Quem quiser bisbilhotar o meu, o link é este!

Deu tempo de postar tudo o que eu queria! Meu namorado acabou de chegar. É isso então. Até o próximo post! 😉

Ontem estava conversando com meus pais durante a viagem e, quando falei de um amigo que também cursa arquitetura, eles logo perguntaram: “E ele está gostando do curso?”. Eu, que nunca perguntei isso a ele, nem ele a mim, respondi um “sei lá” e a conversa ficou por isso mesmo. Hoje, conversando com minha avó, ela perguntou a mesma coisa, só que a respeito do meu namorado, e eu respondi “acho que sim”.

Que mania é essa dos “mais velhos” perguntarem sempre se um amigo seu está “gostando do curso”? Eu nunca sei responder esta pergunta. Até porque nunca pergunto a ninguém se a pessoa gosta do curso que está fazendo. Imagine se, a cada período que passa, eu perguntasse a todos os meus amigos se eles estão gostando, todo mundo iria reclamar dos professores, das salas, daquele filho-da-puta-que-me-reprovou, daquela cadeira chata que ninguém aguenta mais, e tantas outras reclamações. Ninguém, jamais, iria responder “ah, eu AMO este curso!”. Não mesmo. Talvez depois que terminarmos a faculdade, saberemos dar uma resposta “sim ou não” para esta pergunta. Talvez.

O post de ontem à noite bombou. De acordo com os stats do WordPress foram mais de 100 acessos, boa parte deles de pessoas da minha turma da faculdade, que só entraram porque não aguentavam mais meus e-mails de 5 em 5 minutos com o link do post! Obrigada, pessoal heh! Então, por conta disso, resolvi dedicar meu post de hoje aos resultados da tão falada greve. Aviso logo, não li nenhuma matéria de jornal propositalmente, para escrever aqui só a impressão que tive ao sair pela rua, mesmo sem ter andado de ônibus deu para sentir o clima na cidade.

Primeiro, a greve da polícia não aconteceu. Vi várias paratis pintadas com o logo do governo pela cidade. O que estava evidente era a greve dos motoristas. Andei pela av. Caxangá quase toda e vi pouquíssimos ônibus circulando. Perto do campus da UFPE não vi nenhuma linha do Barro/Macaxeira-via-qualquer-coisa. Também passei pela Domingos Ferreira e estava um engarrafamento enorme, e os ônibus que passavam por lá estavam meio vazios ou muito lotados. Vi motoristas de farda, de camisa regata, de camisa do Sport e por aí vai.

Houve também uma baderna/arruaça lá na Cruz Cabugá dos motoristas que aderiram à greve. Um cidadão se aproveitou da confusão e deu um tiro pra cima u-hu, emocionante! Isso eu vi na televisão. Pela Rádio Jornal, Geraldo Freire falou com um motorista e ele disse que não tava nem aí pra greve e que a empresa dele pagava bem. Vai saber, né?! Bom, acho que não teve mais nada de interessante.

Sobre a aula de Paisagismo e a entrega do trabalho, falo agora. Como sou filhinha de mamãe, fui de carro para a faculdade e entreguei o trabalho são e salvo na cordenação. Na aula de Paisagismo estavam mais ou menos umas 10 pessoas, metade trabalhando, metade conversando potoca. Os professores, que não andam de ônibus, como sempre, estavam discutindo, falando ao telefone e confundindo a cabeça dos pobres alunos com suas opiniões divergentes. Não fiquei para a aula, lógico, minha paciência se esgotou há muito tempo pra essa enrolação. Sinceramente, essa greve foi só baderna, digo logo.

Aviso básico, vou viajar e volto só na terça-feira. Se conseguir arrumar alguma internet lá no Sul (no sul da Paraíba hehehe), posto qualquer coisa. Bom São João, pessoal!

E eu pensei que só estaria livre de coisas como Efeito Estufa, Chuva ácida e poluição do ar, dos rios e do meio ambiente em geral, quando passassem as provas do ENEM. Fui totalmente ludibriada por uma cadeira (matéria) chamada Estudos Sociais. Puta merda, esse era o nome de uma disciplina da escola primária que ia até a quarta série e, na quinta série, era substituída por História e Geografia. 

Durante quase todo o meu ensino médio e fundamental, fui obrigada a fazer trabalhos de feira de ciências sobre aqueles assuntos. Não aguentava mais! Sério, que saco. Quando chego na faculdade tenho que escrever um artigo e apresentar um seminário sobre industrialização?! Pois é. Arquitetura e Urbanismo tem dessas coisas. Acredite se quiser.


A dona

Uaba, 21 anos, Recife. Faço Arquitetura e Urbanismo, mas era absurdamente melhor quando cursava Letras. Ansiosa, perfeccionista e sonhadora. Consumista, que só gosta de ganhar presentes. Sempre procrastinando. Humor super oscilante. ♥ English ♥ an adorable green-eyed white rabbit ♥ Travis

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